quarta-feira, 27 de julho de 2011




AMOR DE VERDADE Autor Desconhecido

Martin era um sapateiro em uma vila pequena.

Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste.

Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse.

Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.

Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:

"- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."

Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.

Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.

Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.

Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.

Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.

O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:

"-Martin, você não me conhece?"

"-Quem é?", perguntou o sapateiro.

"-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.

"-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.

A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:

"Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."

E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

A FIDELIDADE DE DEUS Autor Desconhecido

Certo dia, durante a programação de uma emissora, ligou para certa rádio uma senhora que estava passando por momentos muito difíceis. Aproveitando aquela oportunidade, ela resolveu fazer seu apelo e disse:

- Estou passando por uma grande prova o desemprego bateu em minha porta, tenho filhos pequenos, meu esposo esta fazendo alguns serviços extras, porém a renda não é suficiente. Se algum irmão puder me ajudar com qualquer alimento, eu ficaria muito grata; aquilo que Deus tocar em seu coração, eu agradeço e será de grande ajuda.

E ali ela aproveitou para dar o seu endereço. Entretanto no momento desse apelo, um homem ateu estava ouvindo a programação e disse: é hoje que eu mostro que Deus não se importa com ninguém! Então, ele se dirigiu para o mercado e fez toda aquela compra. De tudo comprou, e em dobro. Chegou a casa e disse para duas pessoas que trabalhavam com ele:

- Vocês vão até a casa desta senhora, vão entregar esta compra e, quando ela perguntar quem mandou, vocês vão dizer que foi o diabo. O diabo é quem está enviando esta compra.

Aqueles homens seguiram rumo à casa da senhora. Bateram palmas e ela, humilde, atendeu. Eles disseram:

- Viemos trazer esta compra para a senhora.

- Entrem, por favor. Vão colocando aqui...

E ali descarregaram tudo. E a senhora disse:

- Que Deus abençoe, muito obrigado, muito obrigado mesmo!

E aqueles dois homens pararam, olharam um para o outro e sussurraram:

- Será que ela não vai perguntar quem mandou a compra?

E o outro respondeu:

- Não sei... estranho né?

Então o primeiro com todo o seu atrevimento, perguntou:

- Ei, você não vai perguntar quem mandou esta compra?

E a senhora, com muita sabedoria, respondeu:

- Eu não, porque quando o meu Deus manda, até o diabo obedece...



Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão" Prov. 17:17

A conclusão clara do versículo é que o "amigo" é diferenciado do "irmão".
Isso não devia ser. Outra tradução diz:
"Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia nasce o irmão".
E Plumptre traduz assim: "Em todo o tempo ama o amigo,
Mas na adversidade torna-se um irmão".
Isto é rico, é o melhor e ajuda muito,
Enfatizando para nós o valor duradouro e permanente
Da verdadeira amizade cristã.
Aqui não temos "um amigo dos tempos bons".
Não temos um amigo falso, fingindo o que é longe da verdade.
Aqui temos o artigo genuíno, a coisa verídica,
Porque alguém que expressa tal amizade,
É alguém de quem podemos depender.
É alguém em quem podemos confiar implicitamente;
Alguém a quem podemos segredar com segurança;
Alguém que estará ali na necessidade,
Quando o caminho é duro e a adversidade surpreende.
Este é verdadeiramente um amigo fiel!

Obrigado por lembrar do meu aniversário,
E que o DEUS TODO PODEROSO, possa abençoar ricamente,
A cada dia a sua vida, e te cobrir de inúmeras BENÇÃOS.

TE AMO EM CRISTO JESUS.