terça-feira, 30 de agosto de 2011




A ESCOLHA Autor desconhecido

Numa área militar, um general precisava escolher na tropa de novos recrutas um soltado que pudesse trabalhar no gabinete dele. Devia ser alguém que mesmo pressionado pela rigidez da rotina militar tivesse serenidade e responsabilidade, pois estaria responsável por conduzir documentos importantes.


O dia já estava no fim e a tropa já estava em forma, pronta para deixar o quartel e só retornar no dia seguinte. De repente o general teve uma idéia e mandou que fosse dada a seguinte ordem: “Todos os recrutas deverão entrar em forma no pátio principal.”


A ordem foi prontamente atendida, e os soldados foram todos conduzidos já de banho tomado e preparados para deixar o quartel. Ao chegarem no pátio, este estava repleto de cadeiras empilhadas de forma desordenada umas sobre as outras. O general então ordenou que aqueles recrutas colocassem suas bolsas no chão e que conduzissem aquelas cadeiras para uma sala que acabara de ser pintada e que ficava bem distante do pátio, e avisou que a tropa só estaria liberada após o cumprimento da missão. Sentado em uma poltrona dentro da sala, ele observava aqueles soldados numa louca correria, pois queriam que o trabalho acabasse logo para, assim, estarem liberados e voltar para casa. O general reparou que na pressa de ir embora aqueles soldados colocavam as cadeiras de qualquer jeito na sala, mas reparou em um soldado que mesmo com toda a pressa colocava as cadeiras de forma organizada e distante das paredes da sala, preocupado em não estragar a pintura que havia sido feita. Ao final da tarefa, o general ordenou que a tropa voltasse novamente ao pátio e, revelando a todos o que fizeram, mandou que aquele soldado fosse conduzido ao seu gabinete, pois a partir daquele momento este seria responsável por cuidar do gabinete do general.


Moral da história:

Quantas vezes os problemas do dia-a-dia têm nos levado a realizar a missão que Deus tem nos dado de forma relaxada e irresponsável. Temos que ter em nossas mentes que não podemos fazer a obra de Deus de qualquer maneira, pois não a estamos fazendo para os homens, apenas cumprindo a missão que nos foi dada por Jesus Cristo.

terça-feira, 16 de agosto de 2011


entenário das Assembléias de Deus no Brasil
"Desde 1910 Disseminando Bênçãos para o Brasil e o Mundo"
Uma mensagem a todos os membros de Centenário das Assembléias de Deus no Brasil

Que coisa maravilhosa! Isso aumenta a nossa fé.Jesus voltará!!!!!!!!!!!!!!!

POR QUE JESUS DOBROU O LENÇO?


O LENÇO DOBRADO (João 20:7)

Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição?

Eu nunca havia detido minha atenção a esse detalhe.

Em João 20:7 - nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra.

Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João Batista} e disse ela: "Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram."

Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou. Então Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado e colocado em um lado.

Isto é importante? Definitivamente.

Isto é significante? Sim.

Para poder entender a significância do lenço dobrado, você tem que entender um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época.

O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo; e todo menino Judeu conhecia a tradição.

Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria.

A mesa era colocada perfeitamente e o Servo esperaria fora da visão do Amo até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não se atreveria nunca tocar a mesa antes que o Amo tivesse terminado a refeição.

Se o Amo tivesse terminado a refeição, ele se levantaria, limparia seus dedos, sua boca e limparia sua barba e embolaria seu lenço e o jogaria sobre a mesa. Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".

Eu não sabia a respeito.

Se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo não ousaria em tocar a mesa porque o lenço dobrado queria dizer:

"Eu voltarei!"

Ele está voltando! O recado nos foi dado claramente!

Oro para que você seja abençoado com a paz e a alegria em saber que Ele está voltando e isso pode ser muito breve.

Esteja pronto, preparado!

Deus abençoe a todos vocês que crêem!

Abraços.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011


UM MILAGRE CHAMADO "AMIZADE" Autor desconhecido

Zé estava voltando para casa, vindo da escola, um dia, quando ele percebeu que o garoto andando na frente dele tinha tropeçado e deixado cair todos os livros que ele estava carregando, uma bola de futebol e um pequeno radinho. Zé ajoelhou-se ajudou o garoto a pegar os seus objetos que estavam esparramados pelo chão.
Já que eles estavam indo na mesma direção, Zé ajudou a carregar um pouco dos objetos. Enquanto eles caminhavam, Zé descobriu que o nome do garoto era Toinho, que ele adorava vídeo game, futebol e história, que ele estava tendo muita dificuldade com as outras matérias, e que ele tinha acabado de terminar com sua namorada.
Eles chegaram à casa de Toinho primeiro e Zé foi convidado a entrar para tomar um suco e assistir um pouco de televisão. A tarde passou agradavelmente com algumas risadas e um papinho de vez em quando, até que Zé decidiu ir para casa.
Eles continuaram a se encontrar na escola, almoçavam juntos de vez em quando, até que ambos se formaram do primeiro colegial. Eles ficaram na mesma escola, onde eles continuaram amigos ao passar dos anos.
Finalmente, o tão esperado ano do terceiro colegial chegou, e 3 semanas antes da formatura, Toinho chamou para Zé para conversar um pouco. Toinho lembrou Zé do dia que eles se conheceram. Toinho perguntou: - Você nunca se perguntou porque eu estava carregando tantas coisas para a minha casa naquela dia?... Eu estava limpando o meu armário na escola porque eu não queria deixá-lo uma bagunça para a próxima pessoa que o fosse usar.
Naquele dia, eu tinha escondido alguns dos calmantes da minha mãe e estava indo para minha casa para cometer suicídio. Mas, depois de termos passado aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, eu teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir.
Zé, quando você me ajudou a pegar aqueles livros do chão naquele dia, você fez muito mais do que somente me ajudar. Você salvou a minha vida....
Cada pequeno “oi”, cada sorriso, cada ajuda são capazes de salvar um coração machucado.
Há um milagre chamado "Amizade".
Você não sabe como ela aconteceu ou quando começou, mas você sabe a alegria que ela traz e percebe que a "Amizade" é um dos dons mais preciosos que o ser humano possui.
Amigos são jóias preciosas, realmente, e duram até a eternidade.
Eles nos fazem sorrir e nos encorajam para o sucesso. Eles estão sempre ali para nos ouvir, para nos elogiar, e estão sempre de corações abertos para nos receber.