quarta-feira, 27 de abril de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011


O POÇO E A PEDRA Autor Desconhecido



“Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; pelo que, por amor do teu nome, guia-me e encaminha-me.”

Salmos 31.3


Um velho peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes.

Assustado com aquele aparecimento inesperado, o peregrino parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:
- Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um velho peregrino, alguém com mais experiência do que eu, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia! Pediu ajoelhando-se.

O homem, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele jovem e alguns instantes depois disse:
- Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?

Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o rapaz respondeu:
- Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima.

O velho peregrino sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço.

Pouco depois, veio a voz do peregrino:
- Pode puxar!

O jovem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do homem subir.

Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início.

Depois de inúteis tentativas para fazer com que o peregrino subisse, o jovem esticou o pescoço pela borda, observou a semi escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo.

Qual não foi sua surpresa ao ver o velho peregrino firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.

Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado:
- Hei, que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo.

De lá de dentro o peregrino pediu calma ao rapaz, explicando:
- Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.

- Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão nada mais é do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Quando pensamentos negativos turvarem nossos pensamentos, ocultando nossos melhores sentimentos, busquemos a luz da verdade que é Jesus Cristo e prossigamos pelo caminho do bem.

Abandonemos as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros de nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.

A única rocha em que devemos nos apegar é o Senhor... pense nisso!

quarta-feira, 13 de abril de 2011


ADVERSIDADES Autor Desconhecido

Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Um certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei. Passados vários anos, retornei do exterior e fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes, quando percebi que o médico, meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como que não resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estava sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu... As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto e o tratamento mais fácil jamais conseguiriam. Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus dois filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Freqüentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis: "Meu Deus, livre meus dois meninos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"... Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam. Sei que meus filhos encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar. Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é muito dura. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos. Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade pedidos desse tipo são raramente atendidos. O que precisamos fazer é pedir para que consigamos desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos simplesmente varridos para longe."

terça-feira, 12 de abril de 2011


O POÇO E A PEDRA Autor Desconhecido

“Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; pelo que, por amor do teu nome, guia-me e encaminha-me.”

Salmos 31.3


Um velho peregrino caminhava por uma estrada quando, do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande estatura e com olhos muito tristes.

Assustado com aquele aparecimento inesperado, o peregrino parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:
- Sou um criminoso, um ladrão. Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos. Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime. Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante. Vejo que o senhor é um velho peregrino, alguém com mais experiência do que eu, livre-me então desse sofrimento, dessa angústia! Pediu ajoelhando-se.

O homem, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele jovem e alguns instantes depois disse:
- Estou com muita sede. Há alguma fonte por aqui?

Com expressão de surpresa pela repentina pergunta, o rapaz respondeu:
- Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde. Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura e descê-lo para dentro do poço. O senhor poderá tomar água até se saciar. Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima.

O velho peregrino sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se dentro do poço.

Pouco depois, veio a voz do peregrino:
- Pode puxar!

O jovem deu um puxão na corda empregando grande força, mas nada do homem subir.

Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada agora do que no início.

Depois de inúteis tentativas para fazer com que o peregrino subisse, o jovem esticou o pescoço pela borda, observou a semi escuridão do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo.

Qual não foi sua surpresa ao ver o velho peregrino firmemente agarrado a uma grande pedra que havia na lateral.

Por um momento ficou mudo de espanto, para logo em seguida gritar zangado:
- Hei, que é isso? O que faz o senhor aí? Pare já com essa brincadeira boba! Está escurecendo, logo será noite. Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo.

De lá de dentro o peregrino pediu calma ao rapaz, explicando:
- Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra. É exatamente isso que está acontecendo com você. Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa que não merece o amor e o afeto de ninguém. Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias. Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.

- Tudo depende de você. Somente você pode resolver se vai continuar agarrado ou se vai se soltar. Se quer realmente mudar, é necessário que se desprenda dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço. Desprenda-se e liberte-se.

A escuridão nada mais é do que a falta de luz, assim como o mal é a ausência do bem. Quando pensamentos negativos turvarem nossos pensamentos, ocultando nossos melhores sentimentos, busquemos a luz da verdade que é Jesus Cristo e prossigamos pelo caminho do bem.

Abandonemos as pedras da ignorância e do medo que nos mantêm prisioneiros de nossas próprias imperfeições, nos poços do egoísmo e do orgulho.

A única rocha em que devemos nos apegar é o Senhor... pense nisso!

sexta-feira, 8 de abril de 2011




UMA IDÉIA MELHOR Autor Desconhecido

Em uma pequena cidade, a cena causava espanto e admiração ao mesmo tempo, talvez porque o protagonista da história fosse um senhor bem idoso. Ele costumava passar o dia inteiro plantando árvores.

Certo dia, algumas pessoas que passavam por ali pararam, admiradas, observando aquele ancião a plantar mudas ao longo da rua. Lisonjeado com o interesse, o velho parou seu trabalho e explicou:
- Meus filhos andam sempre insistindo comigo para mandar fazer uma sepultura. Mas eu tenho uma idéia melhor. Obtive licença para plantar árvores nas ruas ainda não arborizadas, e é assim que estou gastando o dinheiro que poderia ser empregado num mausoléu. Já estou com 80 anos, e nunca vi ninguém procurar a sombra de uma sepultura para descansar, nem é num cemitério que a criançada vai brincar.

Daqui a 20 anos, meu nome estará completamente esquecido. Mas meus netos e outras tantas crianças estarão aqui para admirar e usufruir destas árvores. Ademais, quem passar por estas calçadas, nos dias de calor, há de achar agradável a sombra delas.

Impressionante a lucidez daquele homem que já vivera quase um século. A sua capacidade de discernimento era maior que a dos filhos que, certamente, não queriam se incomodar com a construção de um túmulo para o velho pai, quando este fechasse os olhos para o mundo dos chamados vivos. Utilizando-se dos próprios recursos, financeiros e de forças físicas, tratou de produzir coisas úteis, ao invés de construir o próprio túmulo e esperar a morte chegar.

Por certo deixara aos mortos, como o recomendara Jesus, o cuidado de enterrar seus mortos. Deixara para os filhos que estavam mortos para os verdadeiros valores da vida, o cuidado de enterrar aquele que pensavam estivesse morto, mas que em realidade estava mais do que vivo. Considerando-se sob esse aspecto, entenderemos por que é que quem faz o bem pensando nos outros, acaba beneficiando-se a si mesmo. E quem faz o mal, igualmente recebe o mal como resposta.

Esse é o efeito bumerangue, ou lei de causa e efeito, ou, ainda, o "a cada um segundo suas obras", ensinado por Jesus.

Quem planta flores, planta beleza e perfumes para alguns dias. Quem planta árvores, planta sombra e frutos por anos, talvez séculos. Mas quem planta idéias verdadeiras, planta para a eternidade.



VAI PASSAR Autor Desconhecido

"Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão."
Marcos 13:31

Havia num país distante, um rei poderoso que tinha como servo um homem bom e fiel, cuja eficiência era única em todo o reino.
Porém, o rei não podia acreditar que esse homem era perfeito.
Mil dúvidas povoavam sua mente.
E se num momento muito importante a eficiência deste servo falhasse?
Diante desta dúvida o rei resolveu colocar em prova a capacidade do homem. Chamou-o e disse:
-"Servo, cansei desta minha coroa. Quero uma outra, mas não mais em ouro e sim quero-a com pedras preciosas. As mais exóticas e brilhantes que houver. Portanto, ordeno-lhe que a confeccione para mim".
Como ele sabia que em seu reino não havia este tipo de mineração, achou que pela primeira vez seu servo lhe falharia.
Mas meses depois, o fiel empregado voltou trazendo uma coroa de beleza ímpar, com pedras espetaculares nunca antes vistas em reino algum.
Mas o rei ainda não aceitando totalmente a eficiência do escravo, depois de muito pensar e meditar chamou-o novamente ordenando: ...
- "Servo, agora quero que acrescente nesta linda coroa, uma frase que quando eu estiver triste eu me alegre, e quando eu estiver feliz, eu me entristeça".
O servo saiu de lá desesperado.
Como faria isso?
Tudo na vida já tinha feito para provar sua fidelidade ao rei, mas agora ele lhe pedia algo que parecia impossível.
Chegou em casa entristecido, sabendo que perderia seu cargo e que mais do que isso perderia a confiança do rei.
Mas a esposa, consternada com a tristeza do marido depois de muito pensar teve uma grande idéia e a executou.
Depois de pronta, o servo pegou a coroa e a levou ao rei que de imediato a colocou na cabeça e foi para frente do espelho para ver o que nela estava escrito.
Espantado então viu a breve frase:
VAI PASSAR!
E assim é a nossa realidade.
Não importa o momento que estejamos vivendo, temos que ter sempre a certeza de que seja o que for, PASSARÁ.
Se a dor, a tristeza, o desânimo, estiverem presentes em sua vida, não se entregue pois em breve tudo PASSARÁ.
se por outro lado, você estiver vivendo um grande momento, aproveita-o não o estrague por coisas pequenas, saboreie-o com calma, pois ele também PASSARÁ

segunda-feira, 4 de abril de 2011




“Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade há de nos reaproximar”.

Albert Einstein

sábado, 2 de abril de 2011