segunda-feira, 28 de março de 2011



ÁLBUM DE SELOS Lettie Cowman


"Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que o recebereis, e tê-lo-eis."
Marcos 11:24

Quando meu filho tinha uns dez anos, a avó prometeu-lhe um álbum de selos para o Natal.
Chegou o Natal, mas nada do álbum, e nenhuma linha da vovó.
Contudo o assunto não foi comentado; mas quando os amiguinhos vieram ver seus presentes, fiquei surpresa - depois de ter enumerado os vários presentes recebidos, ele acrescentou:
- E um álbum de selos, da vovó.
Depois de ouvir isto por diversas vezes, chamei-o e disse-lhe:
- Mas Jorginho, você não recebeu o álbum. Por que está falando assim?
Houve um olhar de surpresa em seu rosto, como se estivesse achando estranho que eu lhe fizesse aquela pergunta. E respondeu:
- Bem, mamãe, mas se a vovó disse que manda, é a mesma coisa.
Eu não tive o que dizer.
Passou-se um mês, e nada se ouviu do álbum.
Um dia, finalmente, pensando em meu coração por que o álbum não teria vindo eu lhe disse, para provar sua fé:
- Jorginho, eu acho que a vovó se esqueceu da promessa.
- Não, mamãe, disse ele com firmeza, não esqueceu, não.
Olhei para a carinha confiante, que por um momento ficou séria e grave, como se ele estivesse considerando no íntimo a possibilidade do que eu havia sugerido.
A seguir seu rosto iluminou-se e ele me disse:
- Mamãe, será que não seria bom eu escrever para a vovó, agradecendo o álbum?
- Não sei, respondi, pode escrever.
Uma rica verdade espiritual começou a raiar no meu horizonte.
Em poucos minutos uma cartinha estava pronta e encaminhada ao correio.
E lá foi ele assobiando, confiante na vovó.
Poucos dias depois chegou uma carta, dizendo:
"Querido Jorginho, não me esqueci da promessa. Procurei um álbum como você queria, mas não o encontrei. Então encomendei um de Nova Iorque, mas só chegou depois do Natal, e ainda não era como você queria. Já pedi outro, mas como ainda não chegou, mando-lhe agora o dinheiro para comprar um aí. Com amor, Vovó."
Enquanto lia a carta, estampava no rosto um ar de vitória.
- Está vendo, mamãe, eu não lhe disse?
E essa frase saía do fundo de um coração que não duvidara, e que em esperança crera "contra a esperança", que o álbum viria.
Enquanto ele confiava, a vovó trabalhava, e no tempo próprio, a fé tornou-se vista.
É tão próprio de nós, seres humanos, querermos ver imediatamente a resposta de Deus, quando agimos baseados nas suas promessas.
Mas o Salvador disse a Tomé e a todos os que, como ele, também duvidam:
"Bem-aventurados os que não viram e creram." João 20:29
Extraído do Livro: Mananciais no Deserto – Edição do Milênio

UM SOM POR UM PERFUME Autor Desconhecido

Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar. Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido. Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho. - Espere aí! - gritou o padeiro. - Você tem que pagar pelos bolos! - Que é isso? - protestou o espantado viajante. - Eu nem encostei nos seus bolos! - Seu ladrão! - berrava o padeiro. - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada! Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio. O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença. - Você está certo - disse ao padeiro. - Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro. - Isso é um absurdo! Objetou o viajante. - Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo. - Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo. Tirou três moedas de ouro do próprio bolso e o padeiro logo avançou para pegar. - Ainda não - disse o juiz. - Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é? - É isso mesmo - respondeu o padeiro. - Mas ele não engoliu nem um pedacinho? - Já lhe disse que não. - Nem provou nem um pastel? - Não! - Nem encostou nas tortas? - Não! - Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece. O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro. -
Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem - disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no céu...

quinta-feira, 24 de março de 2011



UM SOM POR UM PERFUME Autor Desconhecido

Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar. Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido. Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho. - Espere aí! - gritou o padeiro. - Você tem que pagar pelos bolos! - Que é isso? - protestou o espantado viajante. - Eu nem encostei nos seus bolos! - Seu ladrão! - berrava o padeiro. - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada! Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio. O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença. - Você está certo - disse ao padeiro. - Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro. - Isso é um absurdo! Objetou o viajante. - Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo. - Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo. Tirou três moedas de ouro do próprio bolso e o padeiro logo avançou para pegar. - Ainda não - disse o juiz. - Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é? - É isso mesmo - respondeu o padeiro. - Mas ele não engoliu nem um pedacinho? - Já lhe disse que não. - Nem provou nem um pastel? - Não! - Nem encostou nas tortas? - Não! - Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece. O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro. -
Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem - disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no céu...

quarta-feira, 23 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011






-- Nani Azevedo)
Os sonhos de Deus são maiores que os meus
Ele vai fazer o melhor por mim
Ele vai além do que eu posso ver
Ele faz o que eu não posso fazer

Deus vai cumprir os seus planos em mim
Ele vai fazer o que lhe apraz
Sou pequeno e falho, mas Ele é Deus
Ele só faz o melhor pelos Seus

Acredito sim!
Acredito sim!
Acredito sim que Deus vai fazer
o impossível em meu viver
o impossível Deus vai fazer

domingo, 20 de março de 2011




E apareceu-lhe o SENHOR, e disse: Não desças ao Egito; habita na terra que eu te disser.[Gn:26;2] Chama atenção como o povo no Antigo Testamento buscava a orientação de Deus para tomar decisões, não apenas nas coisas espírituais, mas também no dia a dia. Davi foi rei Israel, alguém com autoridade e poder; Entretanto, não agia por si só, mas consultava o Senhor para saber o melhor a fazer, como é bom quando buscamos a orientação de Deus para todos as coisas em nossas vidas. Pois nesse tempo e que consultamos o Senhor, podemos pensar e refletir na decisão a tomar, penso que este deveria ser o nosso método diário. Buscar respostas e tomar decisões na presença de Deus, quantas vezes lemos nos testemunhos bíblicos como Deus poupou e livrou as pessoas que buscaram sua orientação. Deus concede sabedoria e orientação a quem por ela pede, muitas vezes não sabemos como fazemos tantas escolhas erradas em nossa vida isso acontece porque dificilmente consultamos o Senhor para saber o que ele quer, tudo que ele que é o melhor para nós,então deixa ele decidir por nós. Deus te abençoe ricamente em nome de Jesus, amém.



Bartimeu, um cego que vivia à margem da sociedade, impedido de desfrutar muitas coisas boas e bonitas da vida, ele tinha o sonho de voltar a enxergar, e quando soube que Jesus estava por perto, não perdeu a oportunidade única: gritou por ajuda, o mais alto que pôde, ignorando todas as tentativas de calarem sua boca, então foi atendido. Jesus o curou e, além de voltar a enxergar, começou a desfrutar uma nova vida, ele não apenas recuperou a visão física, mas também passou a experimentar uma vida que, até então ele desconhecia. Jesus não falava de cegueira física, mas espiritual; Um cego espiritual é alguém que não consegue distinguir os valores espirituais, alguém que vive à margem da vida completa e satisfatória que Jesus oferece [joão 10:10]. Cego espiritual é quem não consegue captar o que Deus está falando ou oferecendo, por isso ele vive uma vida parcial, insatisfatória e fora dos propósitos de Deus para o ser humano. Cura-me, SENHOR, e sararei; salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.[Jeremias 17:14] Deus te abençoe ricamente em nome de Jesus, amé

sexta-feira, 18 de março de 2011

CUIDANDO DA CASA Autor Desconhecido



"Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa."
Atos 16.31

Conta-se que certo homem tinha acabado de comprar uma casa, linda, espaçosa, a casa dos sonhos de qualquer um.
Mas havia um problema, ele morava nela sozinho, então decidiu convidar Jesus para morar ali também.
-O Senhor pode ficar à vontade lá no quartinho dos fundos! – disse o homem...
E Jesus então passou a morar no quartinho escondido lá nos fundos da casa...
Algum tempo depois, numa noite muito escura alguém bateu à porta, e o dono da casa, que já estava dormindo, acordou assustado e foi atender.
Quando abriu, mais que depressa o Diabo lhe deu uma surra muito grande, antes mesmo que pudesse se defender.
Indignado e todo machucado ele foi até o quarto onde Jesus havia se instalado tirar satisfações:

-Se o Senhor estava aqui, por que deixou o Diabo me bater desse jeito e não me protegeu?
E Então Jesus respondeu:
-O que esperava que eu fizesse? Moro no quartinho dos fundos, você me pediu para ficar aqui e eu fiquei.
-Então, façamos o seguinte, vou colocar o Senhor num dos quartos da frente, está bem?
-Está ótimo - respondeu Jesus.
Naquele mesmo dia, Jesus se instalou no novo quarto.
Quando chegou a noite, mais uma vez alguém bateu à porta e o dono da casa foi atendê-la.
Era o Diabo novamente, e deu outra surra naquele pobre homem.
Mais uma vez ele foi até o quarto de Jesus, saber o que estava acontecendo:
-O Senhor estava aqui e não me defendeu. Por quê?
-Porque você me disse para ficar aqui.
-Sendo assim é melhor o Senhor ficar com a casa toda.
-Como quiser, respondeu Jesus que dali em diante passou a ocupar toda a casa.
Algumas noites tranqüilas se passaram, depois adivinhe quem bateu à porta?
Mas dessa vez as coisas foram diferentes, logo que a porta se abriu e Jesus perguntou o que desejava logo ele respondeu:
-Acho que me enganei de casa! - e saiu correndo pra nunca mais voltar.
Muitas vezes agimos como aquele homem.
Deixamos Jesus em um cantinho escondido de nossa vida e quando vêm os problemas, as tentações ficaram ali, esperando que Ele faça alguma coisa.
Mas para que possamos vencer as tentações do dia a dia, é preciso aprender a deixar que Jesus "tome conta de toda a casa".
E quando vierem as adversidades, Ele não vai permitir que nada de mal nos aconteça.

quarta-feira, 16 de março de 2011



ACREDITE! VOCÊ É CAPAZ! Autor Desconhecido

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim,quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou: - Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
É simples: - respondeu o velho.
Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz. Tenha confiança em si e todos os seus medos serão vencidos, e os obstáculos impostos pela vida serão ultrapassados...

terça-feira, 15 de março de 2011

EMPOEIRADO COMO O PAI Autor Desconhecido




EMPOEIRADO COMO O PAI Autor Desconhecido

"Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam."
Filipenses 3:17

Um pregador conta que, no início de seu ministério, precisou trabalhar em outro emprego para aumentar a sua renda mensal.
Durante quinze dias, em seu novo trabalho, ele chegou em casa com as roupas sujas.
Seus dois filhos, de 2 e 3 anos, sempre o recebiam com um largo sorriso.
Um deles lhe disse em uma das vezes:
"Papai, você está todo empoeirado".
A resposta do pai a ele foi:
"Sim, filho, é verdade que estou muito empoeirado. Mas logo estarei limpo novamente".
Ele não pensou mais naquele assunto até que, no outro dia, ao lavar o carro, notou que seu filho mais velho estava fazendo algo muito estranho.
Ele estava apanhando um pouco de cascalho junto ao passeio e passando em suas calças. O pai lhe perguntou:

"o que você está fazendo?"
A resposta do filho foi:
"Eu quero ficar empoeirado como você, papai!"
Ele concluiu que, se uma criança é capaz de se sujar apenas para copiar seu pai, pode olhar para ele e segui-lo em qualquer coisa.
Que exemplo estamos passando para nossos filhos?
A vida do cristão precisa ser um exemplo em toda a sociedade.
Muitos prestarão atenção aos seus gestos, às suas palavras, às suas reações diante dos problemas, à forma de comemorar as conquistas.
Em tudo isso ele precisa transmitir o brilho da presença do Senhor em seu coração.
E se ele é notado por todos que encontra nas ruas, muito mais será observado em casa, especialmente pelos filhos.
Como um discípulo de Cristo, desejando no Senhor que seus filhos também o sejam, mais cuidado deverá ter com tudo o que faz para não ser responsável por uma má formação espiritual em sua família.
Se ele é fiel e coloca Jesus em primeiro lugar em suas atitudes, os filhos que procuram imitá-lo também serão grandes bênçãos em sua caminhada neste mundo.
Os filhos encontrarão paz e felicidade, os pais se regozijarão por seu crescimento espiritual, as comemorações pelas vitórias serão constantes e os vizinhos e amigos serão contagiados pela presença do Espírito Santo naquela casa.
O apóstolo Paulo podia conclamar seus amigos a imitá-lo.
Você também pode fazer o mesmo?

PERFEITAMENTE FELIZ Paulo Roberto Barbosa

"Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente."
Salmos 16:11.

Um empresário, rico, certa vez ouviu um de seus empregados exclamar:
"Ah, se eu tivesse apenas 100 dólares agora seria perfeitamente feliz!"
Sabendo que tinha muito dinheiro e que este não lhe havia dado paz interior e nem felicidade, pensou consigo mesmo:
"Como o dinheiro não me trouxe a alegria desejada e eu posso usá-lo para ver alguém perfeitamente feliz, vou conceder-lhe o seu desejo."
Chamou o empregado e lhe deu os 100 dólares desejados e em seguida deixou o local. Porém, antes de afastar-se completamente, ouviu o empregado resmungar em tom amargo:
"Por que eu não falei 200 dólares?"
O patrão sorriu e teve confirmado o que já sabia anteriormente -- o dinheiro não torna uma pessoa "perfeitamente feliz."
A maioria das pessoas pensa, erroneamente, que pode encontrar satisfação nas coisas deste mundo. É possível que algumas delas tragam uma alegria passageira, um momento de gozo ilusório, um prazer que não tem qualquer alicerce e que pode ruir e acabar em algumas horas ou minutos.
O pior é que este tipo de alegria pode trazer conseqüências amargas para o resto da vida. Muitas vezes gastamos a maior parte do nosso precioso tempo em uma busca incessante pelo dinheiro.
Se eu tiver uma casa na praia...
Se eu tiver um carro novo, importado...
Se eu tiver um emprego que me pague muito mais...
E assim seguimos em busca do sonho dourado da felicidade fundamentada no dinheiro.
Seremos felizes alcançando nosso sonho?
É até possível que sim, mas não há nenhuma garantia de que esta felicidade durará para sempre ou mesmo por um tempo prolongado.
Só existe uma maneira de sermos "perfeitamente felizes."
É deixando o Senhor Jesus habitar em nossos corações.
Com Ele junto a nós, a tristeza e a angústia desaparecem.
Somos felizes se temos uma bela casa ou não.
Alegramo-nos se temos o mais luxuoso dos automóveis ou um bem simples ou até nenhum.
Regozijamo-nos se temos uma grande quantia de dinheiro no banco ou se as dificuldades nos fazem ajoelhar e disser: "Senhor amado, eu continuo confiando na Tua provisão."
A grande satisfação de nossa vida não está baseada nas coisas que temos, mas no Senhor que está conosco todos os dias de nossa vida.
Temos a Cristo! Temos tudo para a "perfeita felicidade."

quarta-feira, 9 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011




APRENDENDO COM A FORMIGA Autor Desconhecido

"Observe a formiga, preguiçoso; reflita nos caminhos dela e seja sábio!"
(Provérbio 6:6)

Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha.
A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.
A formiga a carregava com sacrifício.
Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça.
Quando o vento batia, a folha tombava,fazendo cair também a formiga.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.
Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser
a porta de sua casa.
Foi quando pensei:
"Até que enfim ela terminou seu empreendimento"
Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha.
Foi aí que disse a mim mesmo:
"Coitada, tanto sacrifício para nada."
Lembrei-me ainda do ditado popular:
"Nadou, nadou e morreu na praia."
Mas a pequena formiga me surpreendeu.
Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Elas pareciam alegres na tarefa.
Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la.
Invejei a persistência, a força daquela formiguinha.
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse à tenacidade daquela formiga, para \'carregar\' as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse à perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência, a esperteza dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários me fazem virar de cabeça para baixo, mesmo quando,
pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.
A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada.
Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecido em minha caminhada. Agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela.
Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.

domingo, 6 de março de 2011


Nunca Diga que perdeu. Nunca diga que acabou. Nunca diga que Deus te esqueceu. Nunca diga que Ele te desamparou. Sempre Espere em Deus! Sempre Confie no Senhor! Sempre Adore a Deus! Ele é o teu Fiel Provedor! Quando as circunstâncias disserem que não! Quando os levantes forem tremendos! Quando o Inimigo estiver furioso, tentando te destruir! Saiba que existe um Deus Maravilhoso que sempre vai te guardar e te proteger! E nas ondas do Mar da Vida Ele vai Com Você. O barco jamais irá naufragar! O Mar está chacoalhando? Glorifique a Deus é um Grande Sinal de que Ele vai abrir!!! No meio da Luta: Creia, Espere, Confie, Aguarde, Clame, Chore, Busque a Deus e Verás Ele trabalhar em meio à tormenta! Ele não te deixará só, confie sempre Porque Deus é o teu Senhor, e criador JESÚS TE AMA !

sábado, 5 de março de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011


A VISITA DE JESUS Autor Desconhecido

Um anjo apareceu para uma senhora e disse que naquela noite, Jesus visitaria sua casa. A senhora ficou muito feliz e começou a preparar um verdadeiro banquete para receber a visita tão importante. Enquanto isso, a campainha tocou. Ela abriu a porta e uma mulher muito pobre lhe perguntou: - Será que a senhora não tem um serviço para eu fazer? Estou com fome e preciso trabalhar! A dona da casa, irritada, disse: - Ora essa! Não tenho nada para você fazer. Agora vá embora porque não posso perder tempo. Fechou a porta rapidamente a voltou para a cozinha. Mas pouco tempo depois, a campainha tocou outra vez. Era um homem, todo sujo de graxa. A senhora abriu e ele falou: - Senhora, o meu caminhão quebrou. Será que posso usar seu telefone para pedir socorro? Muito nervosa ela disse: - Não posso ajudar o senhor agora, estou muito ocupada. – Bateu a porta e continuou seu serviço na cozinha. Novamente a campainha tocou. Ela abriu. Era um menino que pediu: - Dona, tô com fome, me ajuda, por favor! Mas aquela senhora não queria perder tempo: - Hoje, não! Volte amanhã. Mais tarde, a família daquela senhora se reuniu para receber a visita de Jesus. Na mesa, um maravilhoso banquete. As horas passaram, e nada de Jesus aparecer. Todos foram dormir. No dia seguinte, ao acordar, a senhora ficou indignada com a presença do anjo e falou: - Eu não sabia que anjo mentia. Eu preparei com muito carinho um maravilhoso banquete para Jesus, mas ele não apareceu. Por que essa brincadeira?
O anjo então explicou: - Eu não menti. Foi a senhora que não enxergou Jesus. Jesus esteve aqui por três vezes. Na fisionomia de uma mulher pobre, de um caminhoneiro e de um menino faminto. Mas, a senhora não foi capaz de reconhecê-lo em sua casa.

LIÇÃO DE VIDA:
Deus se revela de todas as maneiras. Mas, precisamos estar sempre prontos para recebê-lo. Seja através de uma boa ação, de uma palavra amiga, da compreensão mútua...

quinta-feira, 3 de março de 2011




UM GRANDE PRESENTE DE QUATRO CENTAVOS Paulo Roberto Barbosa

"todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da
minha salvação."
(Habacuque 3:18)

J. M. Baker, um missionário trabalhando no norte da Índia, narra o seguinte fato: Um velho homem, residente a cerca de 56 quilômetros da cidade, tinha um grande desejo de oferecer algo para Jesus. Era muito pobre e a única coisa que possuía para dar ao Senhor era uma grande abóbora que ele cercou de cuidados e protegeu de ladrões por muito tempo. Mas, como ele faria para dar sua oferta ao Senhor? A aldeia não contava com nenhum professor cristão para lhe dizer o que fazer e o evangelista que atendia aquela região não estaria de volta em curto prazo. Ele resolveu ir até a cidade e entregar a abóbora ao missionário. Certamente ele saberia o que fazer. Na Índia, aquela abóbora valia, na época, o equivalente a quatro centavos. O velho homem caminhou mais de 110 quilômetros sendo que a metade desta distância ele fez com um peso de 9 quilos na cabeça e mais o peso da comida que levou para sua viagem. Tudo isso para oferecer ao Senhor um presente de "quatro centavos."

Esta história hilariante pode nos levar a pensar que todo o esforço daquele velho homem foi inútil. Mas, terá sido mesmo? Teria o nosso Deus reparado no valor financeiro da sua oferta? Não teria, na realidade, valido mais do que muitos grandes tesouros guardados em palácios?

O peso que ele carregou em sua longa jornada, as dores nos pés pelo muito andar e no corpo por já estar idoso, com certeza nem foram notados por aquele homem. Eu não estava lá mas ao ler esse testemunho posso entender que o seu retorno ao lar foi acompanhado de um largo sorriso em seu rosto e um coração exultante de grande regozijo. Ele havia conseguido levar seu presente para Deus. Seu sonho havia sido realizado. Ele estava feliz. Ele estava muito feliz!

Eu digo isso porque, apesar de estar completamente cego, há dezessete anos, sinto grande prazer cada vez que escrevo e envio uma mensagem para meus irmãos e amigos. Muitas vezes, ao terminar, sinto as lágrimas correrem sobre meu rosto.

Grito baixinho dentro de mim: "Aleluia!" Louvo a Deus porque apesar de oferecer muito pouco em relação ao muito que Ele me dá, sei que Ele olha para mim e sorri satisfeito. Eu sinto que Ele, do meu pouco, fará grandes maravilhas.

Ofereça também algo ao Senhor. Seja valioso ou não, mas faça-o de todo o coração.

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos
filhotes à venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O
menino puxou uns trocados do bolso e disse: - "Eu só tenho 2,37
dólares, mas eu posso ver os filhotes?" O dono da loja sorriu e chamou
Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos
cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: - "O
que é que há com ele?" O dono da loja explicou que o veterinário tinha
examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril,
sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse: - "Esse
é o cachorrinho que eu quero comprar!" O dono da loja respondeu: -
"Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar
com ele, eu lhe dou de presente." O menino ficou transtornado e,
olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: -
"Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto
quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe
dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço
total." O dono da loja contestou: - "Você não pode querer realmente
comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar
com você e com os outros cachorrinhos." Aí o menino abaixou e puxou a
perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um
aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: -
"Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de
alguém que entenda isso."