quinta-feira, 9 de dezembro de 2010




PONTO PRETO Nelly Beatriz M. P.

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”

Romanos 12:2




Faça seguinte experiência: pegue uma folha de papel em branco e no centro da mesma desenhe um ponto preto.

Olhando agora atentamente para a folha, responda: O que você está vendo?

Se você responder como a maioria das pessoas a quem já propusemos esta questão antes, dirá que está vendo um ponto preto.

Mas com tanto espaço em branco em volta, você só consegue ver o ponto preto?

Será que não é exatamente desta forma que costumamos lidar com muitos de nossos problemas?

Será que às vezes ficamos remoendo um problema, pensando nele exaustivamente, 24 horas por dia, na tentativa de achar a solução?

Será que às vezes nos concentramos obstinadamente nas coisas que não estão dando certo, ao invés de olharmos também para aquelas que são satisfatórias ou que podem nos proporcionar mais caminhos, recursos e soluções?

Não é analisando o ponto ou problema em si, que encontraremos a solução porque esta geralmente se encontra no espaço em volta. A solução não costuma estar no problema em si, mas em nossa criatividade, que nos possibilita acesso a outras possibilidades.

Imagine uma pessoa perdida no meio de uma floresta. Ele anda, anda, mas não sabe onde está não sabe para onde está indo. Todavia, se ela conseguir subir num ponto bem alto e olhar a floresta à distância, poderá ter uma visão do todo e então saber para onde ir.

Assim também acontece com nossos problemas.





Por vezes, falta-nos a visão do todo porque ficamos muito concentrados “no ponto” ou no problema.

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