quinta-feira, 17 de junho de 2010




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A DISTÂNCIA DO PECADO (Pr. Brunoni)

"Quanto está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.” Salmo 103:12.

A doutrina do perdão ocupa um lugar dominante na história da revelação. É suficiente folhear uma concordância bíblica para descobrirmos quão freqüentemente a Bíblia se refere ao perdão, em suas diferentes formas e matizes.

Há no antigo Testamento três palavras empregadas para significar o perdão: KAPHAR, que quer dizer “cobrir”; nasa, com a conotação de “erguer” ou “suspender”, e, por extensão, “remover”; e SALACH, que etmologicamente significa “despedir”, “mandar embora”. Quão fortes são estes três vocábulos! Esta é a razão porque o pecador perdoado passa a fruir uma paz interior que dificilmente podemos expressar em linguagem humana. É a certeza íntima que Deus põe no coração humano de que os seus pecados foram removidos para bem longe.

O rei Davi em forma mui gráfica expressa esta consoladora verdade, dizendo: “Quanto está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões.” E, como se explica tão grande “remoção”: É que, “quanto está o céu elevado acima da terra, assim é grande a Sua misericórdia para com os que O temem”, declara o mesmo autor, no verso anterior.

Sim, o perdão divino é algo grandioso e sublime. Ao prová-lo, o pecador é levado a cantar em transportes de gozo:

“Há perdão, poder e paz,
E graça e luz e amor gentil,
No manancial que Cristo traz.
A Deus rendei louvores e honras mil.”

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