segunda-feira, 3 de maio de 2010

Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Mateus 27:22.


MEDITAÇÃO Pr.Brunoni
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Deus abençoe!

Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Mateus 27:22.

Pilatos foi o governador da Judéia sobre quem pesou a responsabilidade final de julgar a Jesus. Exercendo suas funções, envidou esforços tendo em vista livrar o Filho de Deus de uma condenação injusta. Mas a multidão amotinada insistiu em obter do governador uma sentença condenatória. Para tanto, arrolaram falsas testemunhas, subornaram pessoas, articularam mentiras e inflamaram o povo, usando todos os recursos a fim de alcançarem o seu objetivo – a condenação do Nazareno.

Os quatro evangelhos são unânimes em descrever o esforço ingente do débil representante de César para livrar a Jesus do suplício requerido por seus acusadores. Em seu afã por libertar a Cristo, propões até mesmo a possibilidade de permitir do povo escolher entre Jesus e Barrabás, um delinqüente comum. Mas o expediente que ele empregou se mostrou nulo. A multidão ensandecida, em uníssono, pediu que Barrabás fosse solto.

“Que farei então de Jesus, chamado Cristo?” – indagou perplexo, o governador. Inflamado por sentimentos vis, o populacho reagiu: “Seja crucificado”.

A pergunta suscitada por Pilatos repercute em nossos dias com grande ressonância e significação. “Que faremos de Jesus?” Judas o traiu; Pedro O negou; os sacerdotes O acusaram, e as multidões O rejeitaram. E nós, “que faremos?”

Cumpre-nos aceitá-Lo como nosso Salvador pessoal. Não é suficiente conhecê-Lo como o Salvador do mundo. Devemos tornar nossas as palavras pronunciadas por Tomé ante a evidência inquestionável da ressurreição de Cristo: “Senhor meu e Deus meu.” (João 20:27).

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