sábado, 1 de maio de 2010

O VALOR DO TRABALHO(Pr.Brunoni)





O VALOR DO TRABALHO(Pr.Brunoni)

O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam-se a trabalhar. Provérbios 21:25.

Ganhar o pão de cada dia com o “suor do teu rosto” pode ser uma maldição divina pelo pecado cometido por nossos primeiros pais, mas como todos os castigos infligidos por Deus, tem um fim benéfico.

Quando ocupados na luta pela sobrevivência, estamos menos expostos às tentações que os ociosos. Diz um provérbio popular que: “para as mãos desocupadas, Satanás consegue sempre encontrar um mau emprego”.

Todos sonhamos com a prosperidade e segurança econômica; mas, ao indolente, porém, falta-lhe a disposição de alcançá-la com empenho e determinação. Sua mente ociosa está cheia de grandes planos. Saberia como proceder para materializar seus ambiciosos desejos, mas “as suas mãos se recusam a trabalhar”. Bem disse o sábio: “A alma do preguiçoso deseja e coisa alguma alcança. Provérbios 18:4.

Pertence também a Salomão, este outro refrão: “Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.” Provérbios 22:13. Certamente ele não viu leão algum, mas a aversão ao trabalho o leva a imaginar perigos e a tecer fantasias.

A situação de Israel nos dias de Gideão se afigurava sombria. Os medianitas cruzaram as fronteiras do país e saquearam todas as colheitas. As perspectivas eram desalentadoras. Mas Gideão continuou a trabalhar diligentemente, lavrando a terra, armazenando o grão, ocultando-o da cobiça dos invasores. Por causa de sua operosidade, foi escolhido pela Providência para libertar o seu povo do jugo medianita. Gideão não era, evidentemente, daqueles que imaginavam a ameaçadora presença de leões nas ruas. Por isso Deus diz a ele: Juízes 6:14 – Gideão...“Vai nessa tua força...; porventura, não te enviei Eu?”.

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