terça-feira, 4 de maio de 2010

INGRATIDÃO HUMANA Autor Desconhecido





INGRATIDÃO HUMANA Autor Desconhecido



"O boi conhece o seu possuidor, e o jumento o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende."
(Isaías 1:3)

É possível que o boi e o burro tenham mais inteligência do que nós? Claro que não, pois até nos orgulhamos de ser os únicos racionais do reino animal.
Por que então os animais conhecem o seu dono e a ele obedecem e se afeiçoam, e nós, tão dotados de sabedoria, não reconhecemos o Deus criador, mantenedor e redentor? Por que não entendemos os caminhos que Deus quer que trilhemos e não atendemos as suas orientações? Por que não lembramos de ser agradecidos
por tudo o que Ele nos dá, se é que merecemos?

Hebe era uma elefanta de muito valor do circo Barnum. Um dia, cravou um prego numa das patas e estava furiosa pela dor que sofria. O Sr. Barnum telegrafou para que o veterinário fosse para lá imediatamente trata-la. Logo que chegou o veterinário ouviu uns gemidos tremendos do animal que se movia com muita dificuldade sobre três patas, enquanto balançava a pata ferida para frente e para traz, tamanha a dor que sentia.

O moço encarregado de cuidar do animal advertiu o veterinário para que não se aproximasse. Cautelosamente o veterinário foi se achegando, e Hebe parece que entendeu que finalmente seria tratada. Enquanto examinava a elefanta, ele sentiu uma pressão sobre a sua cabeça. O domador explicou que o animal estava lhe penteando os cabelos. O veterinário constatou que era necessário
fazer uma corte profundo na pata da elefanta. O domador disse algumas palavras a elefanta e falou ao veterinário que cortasse.

Ao fazer o corte, o veterinário sentiu a tromba da elefanta sobre a sua
cabeça.

Suando muito, atingiu o abcesso, retirou o pus e fez curativo. As carícias da tromba tornaram-se mais suaves e finalmente o animal deu um suspiro prolongado de alívio.

Depois de alguns meses, ao passar por uma cidade, o veterinário viu que o Circo Barnum estava ali, e foi saber como estava sua paciente. Ele entrou numa barraca e ali estava Hebe completamente curada. Ela estendeu a tromba suavemente sobre o ombro do veterinário e levantou a pata, numa demonstração
de que não se esquecera. Havia reconhecimento e gratidão por parte daquele animal.

E nós? Será que manifestamos reconhecimento semelhante ao nosso Deus?
Ele que nos provê tantas bênçãos, tantos favores...
Reconheço-o como meu mantenedor quando ajudo aos necessitados, quando não deixo faltar mantimento na Casa do Senhor, dando minhas ofertas voluntárias proporcional ás bênçãos derramadas sobre mim.

Sempre estamos recebendo seus favores e, ingratos, muitas vezes não lhe rendemos a devida gratidão.

Pense nisto: "Deus ama ao que dá com alegria!"

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