terça-feira, 25 de maio de 2010





Capítulo 2
Antes de ser um crente em Jesus, John Newton foi por muito tempo traficante de escravos. Levando-os da África para a Inglaterra e outros países da região. Um dia foi preso e tratado como escravo na África. Quando voltava para a Inglaterra, e o barco estava naufragando, ele pediu a Deus que o livrasse. Esse dia Newton o chamou de "a minha libertação". Passou a ler diariamente a Bíblia e a literatura evangélica, recomendando inclusive o livro de Thomas de Kempis: Imitação de Cristo. Passou a acompanhar os passos de Whitefield e a admirar as ações do famoso pregador John Wesley - fundador da Igreja Metodista. Quando foi ordenado pastor, dirigiu várias igrejas: Olney Parish Church e a Saint Mary, Woolnot, em Londres. Na sua primeira igreja, conheceu e ficou amigo do poeta inglês William Cowper. Os dois dirigiam os cultos e reuniões de oração. Juntos compuseram vários hinos, um para cada tipo de celebração. Em dezembro de 1772, Newton compôs Amazing Grace, apresentando em sua igreja no dia primeiro de Janeiro de 1773, no culto de celebração de ano novo.

Esse hino traduz o sentimento da nova alma de um homem que abandonou o tráfico de escravos para servir ao seu grande libertador. A cada vez que cantamos este hino, ratificamos o seu contexto histórico. Confirmamos o poder transformador da graça de Deus na vida das pessoas. John Newton, além de compositor, era um excelente pregador. Assistindo a seus vários sermões havia constantemente um um jovem de nome William Wilberforce (foto-1759-1833), membro da Câmara dos Comuns

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